Neste sábado iniciam as atividades do Mês Lutzenberger

Dez anos estão sendo completados da morte de José Lutzenberger. Toda uma geração não conheceu o grande ambientalista e palestrante.

A atualidade das suas propostas de preservação e de seus alertas sobre as ameaçadas à Gaia, “o nosso planeta vivo” nas palavras de Lutz, fazem-se presentes tanto nos seus escritos quanto nas ideias concretizadas. Muitas destas podem ser vistas n o Rincão Gaia, junto a Pantano Grande, atualmente a sede da Fundação por ele criada. Readmore »

Faleceu o documentarista Adrian Cowell




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(11/10/2011) – O cineasta Adrian Cowell morreu na madrugada de hoje, 11, em Londres, aos 77 anos. O documentarista, que retratou como poucos os conflitos sociais e os impactos ambientais na Amazônia, manteve parceria ao longo de 50 anos, com a Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), por meio do Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia (IGPA) / Núcleo de Documentação Audivisual.

Cowell doou, em 2010, todo o seu acervo fílmico para a PUC Goiás, que homenageou o cineasta, dando seu nome ao acervo, além de entregar-lhe cópias, em DVD, de todas as fimalgens.

Cowell no Brasil

Andrian Cowell nasceu no dia 2 de fevereiro de 1934, em Tongshan, na China. Estudou na Austrália e na Inglaterra, e graduou-se em História, pela Universidade de Cambridge, em 1955.

Entre 1957 e 1958, esteve pela primeira vez no Brasil, quando a Oxford & Cambridge Expedition veio à América do Sul, para a produção de quatro programas de 26 minutos para a série “Adventure” da BBC.

Em 1961, junto com o cinegrafista Louis Wolfers, esteve durante três meses no Xingu e, outros tantos, entre Mato Grosso, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo. Nesta viagem, produziu as séries: “The Destruction of The Indian” (A Destruição do Índio) e “The Fate of Colonel Fawcett” (O Destino do Coronel Fawcett).

A convite dos irmãos Villas Bôas, Adrian Cowell filmou, de 1967 a 1969, a expedição para contatar a tribo de índios isolados Panará. Os filmes realizados neste período “The Tribe that Hides From Man” (A Tribo Que Se Esconde do Homem) e “Kingdom in the Jungle” (O Reinado na Floresta), foram produzidos para a ATV.

Adrian Cowell retornou ao Brasil em janeiro de 1980 e, numa co-produção da TV Central da Inglaterra com a PUC Goiás, filmou sem interrupção até setembro de 1990. Nas versões brasileiras, dividiu a direção com Vicente Rios, cinegrafista dos documentários produzidos a partir de então. Desses 10 anos de trabalho, na Amazônia, resultou a série “The Decade of Destruction” (A Década da Destruição), com versões feitas em 1984 e 1990, e a versão americana produzida pelo WGBH para a rede PBS (Public Broadcasting Service).

A partir do ano 2000, Cowell realizou filmes, produzidos pela BBC2, TVE (TV for the Environment) e para a BBC mundial atualizando as questões e políticas para o desenvolvimento da Amazônia e seu impacto sobre o meio ambiente e os povos da floresta.

Matéria divulgada no saite da PUC Goiás.


Ambientalistas gaúchos são contrários ao uso do carvão

Carta da APEDEMA

ALERTA SOBRE OS DANOS SOCIOAMBIENTAIS DO USO DO CARVÃO MINERAL DO RS

 

Em face da proposta de expansão do aproveitamento energético do carvão mineral do Estado, em discussão na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, a APEDeMA/RS – Assembléia Permanente de Entidades de Defesa do Meio Ambiente do RS vem a público manifestar sua posição.

O uso de carvão como fonte energética corresponde a uma tecnologia obsoleta, anti-econômica, profundamente danosa à saúde humana e ao meio ambiente, além de contribuir significativamente para piorar a crise climática atual, devido ao aquecimento global, conforme argumentos apresentados a seguir. Readmore »

Quentão de suco de uva orgânica na Feira Ecológica de Porto Alegre

Uma indicação para quem estará em Porto Alegre :

O grande destaque da Feira dos Agricultores Ecologistas, FAE, que acontece no sábado 23 de julho é o quentão sem álcool, feito com suco de uva orgânica. A bebida integra os atrativos da Festa de Inverno que também promove as frutas cítricas com receitas e degustação, a distribui de pipocas e o sorteia cestos com produtos típicos da estação.

Para incentivar a redução no consumo de plásticos, a FAE convida todos a trazerem suas canecas para melhor apreciar o quentão. Da mesma forma, recebem cupons para participar do sorteio aqueles que têm consigo suas sacolas, dispensando a sacola plástica usualmente distribuída nas bancas.

A Feira dos Agricultores Ecologistas existe desde 1989, promovendo alimentação saudável, atitudes educativas e o meio ambiente. Ela acontece todos os sábados na primeira quadra da avenida José Bonifácio, das 7 às 13h, em Porto Alegre. (texto de divulgação da Jornalista Cláudia Dreyer)

The Ecologist, Brasil

The Ecologist

Já está disponível a nova edição da Revista The Ecologist Brasil, Número 20, Outono 2011.

A revista The Ecologist foi publicada de forma pioneira na Inglaterra dos anos 60, e está em circulação até hoje. Esta é a edição brasileira, realizada pela Rejane Maria Ludwig e Vanéte Farias Lopes. A edição do Brasil contém também conteúdos inéditos, produzidos aqui.

Veja alguns dos temas constantes nessa edição:

Poder e energia para o povo green power to the people
Economia feminista e ecologista
Encontro latinoamericano de ciências sociais e barragens
Uruguai planeja metade da energia com fontes renováveis
O desmatamento é a causa dos eventos extremos do clima
Em defesa do código florestal e da produção de alimentos
Florestas por que elas são importantes?
“Y nuestros buques volvieran”

Edição: Vanéte Farias Lopes e Rejane Maria Ludwig

Tradução: Letícia Ludwig Loder

Imagens: Maximiliano Silva de Oliveira (Amazônia), Luís Maccarini(energia solar)

Arte da contracapa: Louise Aguiar Oliveira

Editoração eletrônica: Digital Store – Luiz Reinaldo Farias Oliveira

Para encomendar pelo correio, entrar em contato com theecologist@terra.com.br, com Rejane Maria Ludwig ou Vanéte Farias Lopes

(nota do blog do CEA)

Destruição da sede da Agapan gera sindicância na Smic

 


Caminhão que estava no local para retirar a casa e materiais.


Anoitece e a equipe continua no pátio enquanto é feito o boletim de ocorrência.

 

Estiveram presentes o sr. Secretário da SMIC, Walter Nagelstein, a presidente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, vereadora Sofia Cavedon, diretoria da Agapan, Edi Fonseca, Eleara Manfredini, Celso Marques, Fuentefria e voluntários da Agapan.


Smic concede alvará de funcionamento de uma pizzaria em um terreno que é de propriedade da própria Prefeitura, que cedeu seu uso para a Agapan por 20 anos.

Na tarde desta segunda-feira, 6, logo após o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no domingo, 5, integrantes da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) foram surpreendidos com a notícia de destruição de sua Sede, situada na esquina das avenidas Aureliano de Figueiredo Pinto e Praia de Belas. Com alvará provisório, concedido pela Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Smic), a Peruzzato & Kindermann contratou a empresa de demolição Gilberto Bexiga, que invadiu uma área pública e destruiu o patrimônio da Agapan, que tem cessão de uso expedido pela própria Prefeitura à Agapan por 20 anos, a contar do início de 2002. “Tínhamos uma sede construída, com telhado verde e onde desenvolvíamos testes de tijolo ecológico, feito a partir de argila”, diz José Guilherme Fuentefria, arquiteto e conselheiro da Agapan, responsável pelo projeto de construção de uma sede, com base em técnicas sustentáveis, que estava em finalização.

O secretário Valter Naigenstein (Smic) se disse horrorizado com a destruição da sede da Agapan e prometeu abrir sindicância para apurar responsabilidades. “O ato que houve aqui foi muito grave”, disse Naigelstein, ao afirmar a urgente reconstrução do prédio. Para ele, os servidores (Renato dos Santos e André Luiz Coelho, da Smic) foram induzidos ao erro. “Vou determinar a fiscalização, a cassação do alvará dessa empresa e das empresas envolvidas, e manteremos o patrulhamento da área”, anunciou, com o objetivo de evitar o roubo da madeira demolida.

“Houve abuso, excesso, crime, e será apurado na primeira hora da manhã desta terça-feira”, salientou, ao complementar que “licença para edificação é de responsabilidade do Planejamento”. Naigenstein expôs falha no sistema de concessão de alvarás da Smic, que, de acordo com a presidenta da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Sofia Cavedon (PT), será investigado. “Essa empresa usou de má fé, invadindo uma propriedade que tá cercada e com cadeado, burlando inclusive contas de pagamento de luz e água, apresentando, para concessão do alvará, contas da CEEE e do Dmae”.

Nesta terça-feira, 7, de manhã, a Agapan vai abrir um processo junto à Smic, solicitando providências do secretário Naigestein pela demolição do prédio-sede da Agapan. “Queremos providências e o mais rápido possível, pois a sala que alugamos na Protásio Alves teve sua posse solicitada para desocupação”, lembra Celso Marques, ex-presidente e conselheiro da Agapan, ao se dizer preocupado com a urgência de definição para preservar o acervo da instituição.

A Agapan, fundada por José Lutzenberger, Augusto Carneiro, Hilda Zimmermann, entre outros, é a primeira organização ecológica do Brasil e da América Latina, cujo aniversário foi comemorado no dia 27 de abril.

Informações

Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues,

AGAPAN  http://agapan.blogspot.com  Fotos: AGAPAN

Com base em alvará da Smic, empresa destrói sede da Agapan, em Porto Alegre

ONG também tinha concessão da prefeitura para usufruir do espaço

A sede da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), localizada na esquina entre as avenidas Aureliano de Figueiredo Pinto e Praia de Belas, em Porto Alegre, foi destruída, na tarde desta segunda-feira, por uma empresa que pretendia instalar uma floricultura e uma pizzaria no terreno. Trabalhadores que estavam no local afirmaram que foram contratados para demolir o galpão pela empresa Peruzzato e Kindermann. Segundo a Agapan, a empresa tinha um alvará provisório. O documento, no entanto, não está assinado pelo titular da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), Valter Nagelstein, mas por outros servidores da secretaria.
Segundo a secretária-geral da Agapan, Eliara Manfredi, a ONG também tem concessão da prefeitura da Capital para utilizar o espaço. Ela disse que há cerca de cinco anos os voluntários se reúnem lá semanalmente e que a autorização do município vale para 20 anos. Eliara contou que a sede estava sendo adaptada para uma construção auto-sustentável e já tinha, inclusive, um telhado ecológico. A secretária lamentou que todo o trabalho da ONG tenha sido destruído junto com o prédio.

O titular da Smic, Valter Nagelstein, disse que foi alertado da situação no fim da tarde, e que já tomou providências para identificar os autores da falha. Ele afirmou que vai determinar uma apuração rígida do caso. Diretores da Agapan registraram a ocorrência na polícia.

(Rádio Guaíba)

Site da Agapan: www.agapan.org.br

Natureza a perigo: Câmara aprova texto do novo Código Florestal

Material distribuído pelo Gabinete do Vereador Beto Moesch, de Porto Alegre

Apesar da mobilização de ambientalistas e cientistas, a Câmara dos Deputados aprovou, por 410 votos a favor, 63 contrários e 1 abstenção, o texto do relator Aldo Rebelo (PC do B-SP) que reforma o Código Florestal. A medida compromete a biodiversidade, a seguranças das populações e a economia do País, colocando em risco as presentes e futuras gerações.

As alterações dão anistia a desmatadores e incentivam a expansão sobre o que resta ao Brasil de matas nativas, reduzindo as exigências para que fazendas mantenham um percentual de seus terrenos com vegetação original (veja infográfico abaixo).

O texto ainda deve passar pelo Senado antes de ser enviado à presidente Dilma Rousseff.

Para o vereador Beto Moesch (PP), responsável pela elaboração dos Códigos Florestal e do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul, “pela primeira vez na história do Brasil, a Câmara dos Deputados impõe um imensurável retrocesso na normatização ambiental”.

Ele prossegue:

“Desde as Ordenações Filipinas e Manuelinas do Império Português, passando pelo Império Brasileiro no século XIX e pela República no século XX, o Brasil sempre amadureceu no sentido de considerar a relevância de nossa biodiversidade, recursos hídricos, solo, clima – enfim, deste verdadeiro tesouro que são nossos recursos naturais como patrimônio a ser devidamente cuidado para as presentes e futuras gerações.

No momento em que se aprova um instrumento legal que desprotege de forma drástica a vegetação em território brasileiro – no campo, na cidade, na zona costeira e em todos os biomas -, o parlamento do País coloca em perigo o desenvolvimento sustentável, fragiliza o papel das instituições, induz ao erro, expõe ao risco a nossa população e dá um duro golpe na perspectiva de um futuro com segurança, harmonia e inteligência”, lamenta o parlamentar ambientalista.

Veja a lista dos deputados que votaram a favor das mudanças do Código Florestal

Infográfico:

Veja as principais mudanças no Código Florestal aprovadas na Câmara

Gabinete do Vereador Beto Moesch
Av. Loureiro da Silva, 255, sala 208 – Bairro Centro – CEP: 90013-901
Porto Alegre – Rio Grande do Sul
Telefones: (51) 3220-4290/ 4292
betomoesch@camarapoa.rs.gov.br
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www.twitter.com (Beto Moesch)

O Brasil de Luto por suas Florestas

Sobre a aprovação do projeto de novo Código Florestal na Câmara dos Deputados:

Mais uma vez os políticos brasileiros envergonham a Nação do Brasil perante o mundo, que está com medo com os efeitos desta decisão desastrosa dos representantes do Povo no Congresso. Até quando a impunidade será a vitoriosa? Até quando os criminosos que matam ambientalistas ficarão impunes? Até quando a Justiça Brasileira manterá o véu na Instituição que nada vê, nada ouve, nada faz para impedir os desastres previstos para o futuro?

A cada dia que assistimos estas insanidades, nos perguntamos, à quem recorrer num país de corrupção e desvios?

Retirado do blog http://osverdestapes.blogspot.com/

O Fantástico Mundo dos Ruralistas

maio 13, 2011

Planfeto “Sururalista” distribuído por Lobbistas da CNA nos corredores do Congresso Nacional, em Brasília. Para qualquer lugar que se fosse, tinha um lobbista com um punhado em mãos.

por Cíntia Barenho*

Nesse mundo, profetado por esse panfleto distribuído pelos lobbistas da CNA, nos corredores do Congresso Nacional, os nossos biomas estão incrivelmente preservados e conservados, mesmo que em alguns locais a “tradição” do agronegócio com seu latifúndio monocultural quase equivalha a mesma quantidade de área de bioma preservado.

Nesse fantástico mundo, o Pampa, tem 41,3 % de área preservada, sendo que sua área ocupada por propriedades rurais – leia-se grandes latifúndios – é de 57% (obviamente melhor não tentar somar os 41,3% + 57% pois a conta não levará a nada). Certamente os dados apresentados por Pillar apud Buckup, 2007 devem estar completamente equivocados.

Além disso, nesse incrível mundo, o nosso Pampa tem como espécie representante (pelo menos é ela que ilustra o panfleto) a Araucária!! E a gente pensando que quase não existiam mais, e de repente, como num passe de mágica as Araucárias surgem no Pampa. Seriam estas migrantes das zonas alagadas/degradadas pela hidrolétrica fraudulenta de Barra Grande? Só espero que tenham avisado às araucárias que o ambiente agora é mais competitivo, já que são vastos os desertos verdes.

Nesse imagético país chamado Brasil, que preserva sem os desmandos das ditas ongs internacionais, parece que tem gente que reclama de “barriga cheia” pois temos mais de 61% de biomas preservados.

Na feliz imaginação dos ruralistas não é preciso desmatar, pois é só investir em tecnologia e consolidar as áreas já utilizadas. Quando vejo isso sempre me lembro daquele famoso conto da carochinha, no qual pressionou o governo para liberar as sementes transgênicas contrabandiadas ilegalmente pelos ruralistas. Mas e aquela grande vantagem das sementes geneticamente modificadas, com as quais era possível produzir muito mais num mesmo hectare? Logo, para que reclamar que é necessário mais terra para plantio? Vocês não teriam a tecnologia, a biotecnologia? E mais, diminuindo o número de hectares, aumentando a produtividade, tudo isso com apenas um tipo de agrotóxico, aquele que é vendido necessariamente com o pacote tecnológico que escraviza o produtor…sem falar na conta que chega depois, de Royalties pelo uso dessa tecnologia.

Parece que quando não se tem como contra argumentar, explicações imaginárias podem ir de encontro com seus próprios.

*Contando um pouco das minhas impressões durante a semana da votação (adiada felizmente) lá em BSB

O título é uma alusão ao desenho animado “Fantástico Mundo de Bobby”

Mais contribuições Cíntia Barenho veja em http://centrodeestudosambientais.wordpress.com.

Toda a pesquisa antártica brasileira cabe em R$ 5 milhões

O glaciologista gaúcho Jefferson Cardia Simões é o entrevistado desta quinta-feira, 28/4, na TVE – www.tve.com.br – no programa Frente a Frente. Apresentado pelo Jornalista Victor Hugo Dalla Rosa, participam como questionadores os Jornalista João Batista Aguiar, do AgirAzul, e Marjolie, da Rádio Guaíba. Simões está organizando nova expedição ao gelo da Antártica que deverá partir de Porto Alegre, RS, no final de 2011.

Todo o investimento em pesquisa realizado em torno da Antártica gira em torno de R$ 5 milhões.

Assista o Frente a Frente desta semana entre 22 e 23 horas desta quinta-feira, na TVE, emissora do Governdo do Estado do RS, canal 7 na região de Porto Alegre. Ou pela Internet – www.tve.com.br.

Recomendo Cidades e Soluções – Globo News

Cidades e Soluções é um programa produzido e apresentado pelo Jornalista André Trigueiro, capitaneando uma pequena equipe junto à TV Globo. Os programas são transmitidos pelo canal de tv pago Globo News e também pelo Canal Futura.

Veja os programas anteriores em http://www.mundosustentavel.com.br/globo.asp.

Os programas desta semana:

Cidades e Soluções – Globo News

TRANSGÊNICOS

Enquanto parte da comunidade científica afirma que os alimentos transgênicos geneticamente modificados não são seguros, defensores citam vantagens para a economia.

Será que os brasileiros sabem o que os transgênicos significam?

Globo News, Quarta, 2/2 às 23:30h

Horários alternativos: Quinta às 12:30h e Domingo às 21:30h

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Cidades e Soluções – Canal Futura

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Saiba como a recém-aprovada Política Nacional de Resíduos Sólidos vai mudar a rotina das pessoas, empresas e governos.

Lançar resíduos perigosos na natureza pode dar cadeia. Haverá mais incentivos para a reciclagem e para o aproveitamento energético do lixo.

Canal Futura, Sexta, 4/2 às 20:00h

Reapresentação: Domingo às 14:30

Reveillon no Rincão Gaia

Vale a pena uma visita ao recanto erguido em cima de uma pedreira da BR-290 por José Lutzenberger.

Passar a entrada do ano em um local de rara beleza, longe do barulho e da queima de fogos é a oportunidade oferecida pela Fundação Gaia para o próximo reveillon. A proposta de lazer que integra o ser humano com a natureza e com ele mesmo desenvolve-se entre 31 de dezembro e dois de janeiro, no Rincão Gaia, sede rural da Fundação Gaia – Legado Lutzenberger, localizado a 120 km de Porto Alegre junto ao município de Pantano Grande.

Além do ar puro, da natureza revigorante, da água livre de cloro e de flúor, o cardápio conta com alimentos vitalizantes e saudáveis. Para os que quiserem aproveitar um pouco mais o silêncio repousante, o desjejum matinal será servido até às 10h. Já aqueles que gostam de acordar cedo, podem aproveitar as caminhadas e os exercícios matinais que servem como inspiração para o amanhecer de 2011.

Entre as atrações oferecidas está a travessia do Lago das Estrelas e a possibilidade de banhar-se nas suas águas cristalinas. Uma caminhada noturna encanta pelo brilho do céu estrelado e pelas silhuetas de árvores e arbustos, que lembram os traços a nanquim dos primeiros naturalistas quando descreviam a vegetação dos pampas.

As inscrições para o “Reveillon no Rincão Gaia” devem ser confirmadas até o dia 23 de dezembro, quinta-feira. O pagamento pode ser parcelado em três vezes e inclui as atividades, todas as refeições e pernoites. Confira em www.fgaia.org.br, a programação completa e os valores do investimento.

O Crime da Villa Mimosa, em Canoas, RS

Era uma vez uma cidade na região metropolitana de Porto Alegre que tinha uma péssima qualidade do ar, índices altíssimos de poluição, poucos parques e áreas verdes e uma administração municipal muito ruim. Nessa cidade existia um patrimônio inestimável, um bolsão de vida na forma de um bosque centenário habitado por diversas espécies de pássaros, que contribuía para amenizar a contaminação, o calor e a feiúra do centro da cidade, e que fazia parte de uma chácara histórica.

Um belo dia veio uma empreiteira milionária de fora da cidade e comprou a chácara com seu frondoso bosque, e anunciou que iria construir ali torres de apartamentos, devastando as árvores, espantando os pássaros e empobrecendo a cidade de seu patrimônio natural e histórico. Mas, como esmola e isca para trouxas, anunciou sua “boa vontade” de restaurar o casarão que ali também existia, como forma de compensar (como se isso fosse possível) a destruição criminosa do conjunto histórico-cultural e natural representado pela chácara.

Quando veio a eleição, e os moradores da cidade mudaram o partido mandante, as pessoas (inclusive eu) acharam que a cidade, que se chama Canoas, mudaria para melhor. Quem defendia o meio ambiente e a qualidade de vida, e quem defendia a chácara histórica da Villa Mimosa contra a depredação pela ganância da empreiteira, acreditou que haveria bom senso suficiente para que a nova Prefeitura se negasse a autorizar o desmatamento e a construção daninha. A Prefeitura Municipal, quando Jairo Jorge assumiu, ainda não havia concedido o licenciamento definitivo, e poderia ter negociado com a empreiteira Goldzstein Cyrella um acordo para a preservação integral da chácara e seu bosque inestimável. Poderia ter oferecido vantagens diversas para a construção em outro lugar, e usado seu poder de negar a licença para desmatar aquele patrimônio, já que a legislação ambiental é clara em proibir esse tipo de absurdo.

Veja mais em http://nalu-machado.blogspot.com

Origem: blog Canoas Verde, de nalu Machado

21 Anos da pioneira Feira Ecológica

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Fruto da visão de Nelson Diehl, Glaci Campos Alves, Jacques Saldanha, e outros, há 21 anos, no canteiro central do final da av. José Bonifácio, em Porto Alegre, iniciou-se, timidamente, a Feira Ecológica da Coolméia. Os produtores da Coolméia, cooperativa pioneira fundada em 1978 e que por isso e muito mais fez história no Brasil, já produziam mais do que o entreposto podia comercializar – os consumidores de comida sem agrotóxicos pediam mais e mais quantidade e diversidade. As primeiras feiras foram mensais, depois quinzenais e depois semanais. No canteiro, aos sábados, a Coolméia foi a primeira a ocupar o espaço…apenas aos domingos existia o Bric da Redenção e a Feira de Antiguidades. Mas aos sábados, não havia nada. A Feira ocupava exatamente o mesmo espaço da atual. E mais não pode ocupar porque alguns anos depois de iniciar a Prefeitura Municipal resolveu adonar-se dos outros espaços com o apoio de uma cooperativa criada praticamente para isto, com produtores da zona sul da capital.  E o inacreditável é que os produtores são na maioria exatamente os mesmos que resolveram acreditar na idéia desde o início. A eles e ao Nelson, a Glaci, Jacques e outros, os nossos cumprimentos.

Abaixo um texto sobre a própria Coolméia, entidade que hoje está na História,  a raiz de tudo:

A Coolméia foi criada para a Era de Aquárius

O depoimento de uma fundadora

por João Batista Santafé Aguiar, jornalista (agosto 2002)

Um mapa astrológico definiu a data e o horário de fundação da Coolméia – Cooperativa Ecológica, em 23 de janeiro de 1978, às 11h30min.  No início do signo de Aquário a Cooperativa foi articulada por 23 pessoas, a maioria participantes da Grande Fraternidade Universal, Fundação Dr. Serge Raynaud  de la Ferrière, com sede mundial em Caracas, Venezuela. A Coolméia teve um berço espiritualista e tem como destino viver e  realizar uma das caracteristicas da Nova Era  que é a "Cooperação" entre os seres, em vez da "competição".

Zuleica Degani, sócia fundadora de nº 23, na época com 29 anos de idade, Administradora de Empresas e grande articuladora comunitária chegou a fazer uma especialização em Cooperativismo na UNISINOS, para aprender como fazer acontecer uma cooperativa.

A Coolméia recebeu influências de várias dimensões, explica Zuleica.  Da GFU, refletiu no seu Estatuto a valorização da Educação Integral, pois o   grande diferencial do sistema cooperativista de outros sistemas econômicos é a aplicação de parte do resultado das operações em um fundo destinado à  educação dos membros da cooperativa. O Sistema Cooperativo está portanto em perfeita harmonia com a nova Era de Aquárius cuja palavra chave é o  SABER.

O estatuto da Coolméia  foi levado em mãos para o INCRA, em Brasília, para um professor da UNISINOS que lá trabalhava, com a intenção de que fosse aprovado sem cortes, permitindo assim,  à Cooperativa, atuar nas 3 áreas: produção, consumo e serviço.  O sistema cooperativista não era bem visto pela ditadura porque explicitamente se propõe a educar para a democracia. A exigência de registro das cooperativas junto ao Governo  Federal caiu apenas na Constituição de 1988.

O pensamento de José Antonio Lutzenberger, fundador da AGAPAN, também significou uma importante influência no início da Coolméia. Alguns sócios fundadores freqüentavam as históricas reuniões das segundas-feiras da Agapan quando Lutzenberger alertava  sobre os malefícios dos  agrotóxicos. "Compreendemos, então, o estado de intoxicação do planeta e a urgente necessidade de viabilizar a agricultura orgânica e de divulgar massivamente os seus princípos e práticas para o bem da coletividade",  afirma Zuleica.

Ela lembra que a questão da alimentação sempre foi ressaltada na GFU, não  de forma dogmática, mas como um motivo de estudo e pesquisa. Naquela época  era muito difícil ser vegetariano pois os produtos integrais e naturais não eram facilmente encontrados, como hoje em dia.

Assim, a Coolméia nasceu também com a motivação de viabilizar os gêneros  alimentícios aos seus associados, fomentando os produtores de alimentos  orgânicos e a rede de solidariedade, respeito mútuo e comprometimento entre produtor e consumidor.

Outra motivação, lembra, é que o sistema cooperativista representa também  uma opção para um país como o Brasil. Naquela época,  a República  Cooperativa do Suriname era um exemplo de como o cooperativismo pode significar uma opção para o sistema econômico de toda uma nação. A  divulgação da existência deste modelo "alternativo" não interessa aos meios de comunicação convencionais, diz.

"Quando  em 1975 visitamos  um restaurante vegetariano de uma Cooperativa de Bogotá, do tamanho de um RU, pensamos que no Brasil poderíamos fazer o mesmo em muitas cidades, se os brasileiros tomassem consciência do seu "poder como consumidores" e se organizassem,  unindo o produtor ao  consumidor, ganhando em qualidade e viabilizando a vida no campo", afirma. "Tenho a certeza que a Coolméia é uma semente para isto”.

Na época da fundação foi feito o mapa astrológico. Zuleica afirma que o  Mapa Natal da fundação da Coolméia indicava o Sol ajudando a projeção  social e a missão pública; o Mercúrio, a boa comunicação, e também emprestando um aspecto intelectual à missão; a conjunção do Sol com Vênus,  este regendo a segunda casa, ajudando as economias. Como é dificil ter um mapa perfeito, a Lua em Câncer ajuda a Coolméia a ter um lugar de boa  comida, onde todos se sentem em casa, mas também traz aquele sentido maternal que, as vezes  pode dar pouca firmeza na fiscalização e controle em geral.

Como no ano que vem, nossa Cooperativa comemorará suas bodas de prata,  Zuleica conclama  a pensar-se em uma sede própria, e à união para  viabilizar este projeto. "Uma sede abriria, com certeza, novas possibilidades de  ampliar as atividades dentro de suas três áreas de atuação (produção, consumo e serviços) para melhor atender todas as necessidades de produtos e serviços, dos sócios e da comunidade, dentro de um enfoque ético, sustentável e educativo que sempre caracterizou sua  atuação", conclui

Palestra sobre Incêndios Florestais no Brasil com Agusto Carneiro

Indico com toda a tranquilidade a palestra que Augusto Carneiro fará na próxima sexta – (8/10/10) , em Porto Alegre.

Abaixo o convite mandado pelos Amigos da Tera Brasil e APEDEMA

CONVITE – – 8/10/2010

É com alegria que convidamos a todos e todas para a palestra sobre INCENDIOS FLORESTAIS NO BRASIL, a ser proferida pelo nosso querido Mestre Sr. AUGUSTO CARNEIRO, a partir das 9h. no auditório do Jardim Botânico de Porto Alegre (Rua Doutor Salvador França, 1427).

Será o momento para uma reflexão histórica sobre o tema das queimadas, que foi realmente quente neste ano de 2010, a partir das lutas atuais e das décadas passadas. A palestra será seguida de homenagem no Jardim ao Pioneirismo na Ecologia.

O evento é aberto ao público e uma iniciativa da Assembléia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente (APEDeMA-RS), organizada pelo Amigos da Terra Brasil, com o apoio da Fundação Zoobotância/Porto Alegre, Instituto Biofilia/Porto Alegre, IGRÉ – Amigos da Água/Porto Alegre, Os Verdes Tapes, ASPAN/São Borja, Marica/Viamão e Mirra Serra/Porto Alegre.

Hojes

O Cidadania Ambiental desta terça, 14/9, foi sobre o lançamento da Plataforma Ambiental da SOS Mata Atlântica para o Brasil e os Estados ainda com Mata Atlântica. Parece que lotou o Plenarinho da Assembléia Legislativa, local já histórico no RS, aonde aonde aconteceram tantas definições. Em 21 de abril de 1982, por exemplo, ou seja, há quase 30 anos…(inacreditável….), a Agapan, entidade em que eu militava, promovia o encontro Crítica e Autocrítica do Movimento Ambientalista. A situação estava enroscada – a sede dos orquidófilos havia deixado de sediar as reuniões das segundas-feiras, grande crise na entidade…E os núcleos no Interior do Estado, criados a cada curso, a cada palestra de Lutzenberger, começavam a defender até a capina química…Os jovens resolveram discutir. Eu, o Giovani Gregol e o Luiz Felipe Kunz Júnior, organizamos o 21 de abril. Lutz, embora presidente da entidade, não foi. Caio Lustosa, vice, foi e coordenou a abertura e fechadura dos trabalhos e participou. Alfredo Aveline e tantas grandes figuras participaram do dia de reflexoes. Utilizamos as salas das comissões permanentes da Assembléia para podermos nos dividir em grupos de trabalho. Uma das conclusões é que a Agapan já não representava todo o movimento que havia surgido. No entanto, caberia só a ela dar os próximos passos. Mais de dois anos depois, instalávamos em Santa Maria o 1º Encontro Ecológico de Entidades Ecológicas, este sim hoje reconhecido como o pioneiro na reunião das entidades… Mas o primeiro real foi lá no Plenarinho, em 21/4/1982, aonde hoje houve o lançamento das plataformas ambientais aos candidatos de 3 de outubro…

Cidadania Ambiental divulga resultados do novo Encontro de Ambientalistas do RS

O Cidadania Ambiental desta semana divulgará a reportagem inédita sobre o 28º Encontro Estadual de Entidades Ecológicas do Rio Grande do Sul realizado em Viamão e terminado neste sábado, 28/8. Depoimentos de sete participantes foram gravados e serão divulgados  no programa especial – Carlos Sander, Leandro da Silveira, Lucinda Pinheiro, Eduino de Mattos, Auricí da Rosa, Cintia Barenho e Vicente Medaglia que também dá uma palhinha no seu violão e voz.

O programa irá ao ar na terça-feira, às 20h, pela Ipanema Comunitária 87,9 FM, e poderá ser escutado ao vivo  também na Internet por meio do saite www.ipanemacomunitaria.com.br. E no sábado, a partir do meio-dia, retransmissão.

O Cidadania Ambiental é uma produção e apresentação do jornalista João Batista Aguiar. Na mesa de som, Lothar Gutierrez.  Os programas já transmitidos estão sendo disponibilizados neste endereço.
Mais informações sobre o encontro: http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/ e http://www.natbrasil.org.br e http://www.ecoagencia.com.br .

Para contatos com a produção do Cidadania Ambiental: radio@ipanemacomunitaria.com.br

Debate sobre a matança de golfinhos no Japão

Mostra do filme The Cove, Oscar de melhor documentário em 2010

O filme The Cove, idealizado pelo ex-treinador do golfinho Flipper do seriado de televisão americano, premiado como melhor documentário no Oscar 2010 será passado ao vivo no Auditório do Instituto Goethe esta noite de terça-feira, a partir das 19h. E o programa Cidadania Ambiental da Ipanema Comunitária FM 87,9 estará transmitindo no mesmo momento, a partir das 20h, entrevista exclusiva com um dos painelistas – José Truda Palazzo Jr.

Após o filme no Instituto Goethe, participam do painel o Professor Antônio Libório Philomena, oceanógrafo, mestre em ciências marinhas, doutor em ecologia, conselheiro do Instituto Justiça Ambiental (IJA), Cristiano Pacheco, advogado, especialista em direito ambiental, diretor do Instituto Justiça Ambiental (IJA), diretor jurídico voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB), Fernanda Medeiros, advogada, professora, doutora em direito ambiental e advogada voluntária do Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB), e José Truda Palazzo, um dos ambientalistas mais importantes do país, representante do Brasil na Comissão Internacional da Baleia (CIB) até 2009, Fundador e ex-diretor do Projeto Baleia Franca

Local: Auditório do Instituto Goethe, na Rua 24 de Outubro, nº 112, Porto Alegre, RS

Data: 10/08/10, terça-feira

Inscrições e informações:
Pelo mail: ija@ija.org.br ou pelo fone: 51 3907-9010 (IJA)

Entrada franca!

Realização:

Instituto Justiça Ambiental (IJA)
Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB)

Apoio: Instituto Goethe

EcoJornalistas: 20 anos

O Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul completou 20 anos de existência neste 22 de junho. Em 1990, Juarez Tosi, Marçal Alves Leite, Carlos Scomazzon, Roberto Villar, José Fonseca e alguns outros colegas jornalistas resolveram viabilizar a iniciativa para uma cobertura jornalística melhor e mais comprometida na área de meio ambiente. Com todas as dificuldades normais a uma entidade civil contando somente com as anuidades de seus associados, que são poucos, o NEJ fez milagres neste período e o mais visível a todos agora em 2010 é a manutenção de uma agência de notícias, a EcoAgência. Veja em www.ecoagencia.com.br.

Encontro Eco-Cultural em homenagem à José Lutzenberger

Recomendo.

A Fundação Gaia – Legado Lutzenberger vai promover no fim de maio de 2010 o Encontro Eco-Cultural Em homenagem à José Lutzenberger – 29 e 30 de maio – Inscrições até 26 de maio – Com certificado de 20 horas atividades!

Para homenagear o ambientalista José Lutzenberger, lembrando os oito anos de seu falecimento, ocorrido no dia 14 de maio de 2002, a Fundação Gaia preparou para os dias 29 e 30 de maio, o “Encontro Eco-Cultural”. Na oportunidade, Christian Lavich Goldschmidt e a pedagoga e educadora ambiental da Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre, Teresinha Sá Oliveira, conduzirão uma maratona de atividades artísticas inspiradas na ecologia. Serão realizadas leituras de poesias e textos literários, apresentação de vídeos e músicas, danças circulares, artes plásticas, fotografias, esquetes e textos teatrais que tiveram os elementos da natureza como inspiração.

O objetivo é fazer com que todos possam buscar inspiração num cenário de rara beleza, o Rincão Gaia, aguçando sua capacidade criativa através da produção de manifestações artísticas em homenagem ao ecologista Lutzenberger.

Veja a Programação e o currículo dos ministradores
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Socioambientalismo em discussão no Cidadania Ambiental

Nesta terça, 20/4/10, a bióloga Cíntia Barenho, do Centro de Estudos Ambientais, estará no Cidadania Ambiental transmitido pela Ipanema Comunitária. O CEA é uma das mais fortes entidades socio-ambientalistas brasileiras, reunindo a preocupação com populações humanas e a vida natural…interesses que se opõem em muitos casos. O programa iniciará às 20 horas e pode ser escutado via internet – www.ipanemacomunitaria.com.br, assim como toda a programação da rádio.

O programa será retransmitido no sábado, 24/4, a partir do meio-dia.

Sábado, 27 de março – a Hora do Planeta

No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30 (hora de Brasília), o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.
A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização. Clique aqui e veja a lista de quem já aderiu.
Em 2010, com a sua participação, vamos fazer uma Hora do Planeta ainda mais fantástica!

Posicionem-se!

Location:R. Rincão,Porto Alegre,Brasil

Indico: Quartas Temáticas na CasaNAT, em Porto Alegre

QUARTAS TEMÁTICAS 2010
na CasaNAT

É com toda a alegria que os Amigos da Terra retomam nessa quarta dia 3 as edições das Quartas Temáticas, abrindo o espaço de resistência e transformação da CasaNAT à comunidade!
Em 2010, este projeto de encontros semanais iniciado há 8 anos, quer fazer da futura sede dos Amigos da Terra um ponto de cultura socioambiental, intercalando a realização de debates teóricos sobre os temas relevantes para a cidade com ações práticas de educação ambiental e transformação do espaço urbano.
As Quartas Temáticas são abertas à comunidade e acontecerão sempre às quartas-feiras, das 17 às 19:00 na CasaNAT, na Rua Olavo Bilac,192, na Cidade Baixa, em Porto Alegre.

PROGRAMAÇÃO- FEVEREIRO 2010:

3/2 – DEBATE: Incêndios Florestais e o cuidado com as árvores em Porto Alegre, com o Jornalista e Ambientalista Augusto Carneiro, nosso querido pioneiro do movimento ambiental e professor sobre as mudanças históricas na paisagem da cidade

10/2 – DEBATE: O Metabolismo de Porto Alegre, trabalho que analisa os fluxos de energia, transportes e alimentos na cidade, apresentado pelo Eng. Ambiental Cristiano Hickel, do projeto Árvores Urbanas

17/2 – FERIADO….quarta feira de cinzas para descansar do Carnaval…

24/2 – PRÁTICA: Iniciando o Jardim Vivo da CasaNAT, com a Arquiteta Cleusa Telles, o Eng. Agrônomo Nadilson Ferreira e o Permacultor Fernando Costa, do Conselho dos Amigos da Terra Brasil

CONTRIBUIÇÃO SUGERIDA:
As Quartas Temáticas são abertas à comunidade, a entrada é franca e a participação é livre. Agradecemos a quem puder levar mudas, sementes, terra, composto, materiais de construção para serem reaproveitados, ou ainda oferecer seus talentos na condução de atividades praticas para contribuir com a transformação desse espaço.

ONDE FICA:
A CasaNAT fica na rua Olavo Bilac, 192, na Cidade Baixa, entre a Av. Lima e Silva e a AV. José do Patrocínio.
A casa, construída na década de 20 e cedida pelo Patrimônio da União, abrigará a nova sede dos Amigos da Terra, o Centro de Documentação Magda Renner, e um Centro de Referência em Edificações Sustentáveis em Meio Urbano.
Saiba mais sobre o Projeto CasaNAT em: http://www.natbrasil.org.br/casa_nat/index1.html

AMIGOS DA TERRA BRASIL
www.natbrasil.org.br
Tel. (51) 3332 8884

Sebastião Pinheiro no Cidadania Ambiental

Sebastião Pinheiro - Foto de Carlos Stein para a EcoAgência de Notícias/AgirAzul
O Engenheiro Agrônomo e Florestal Sebastião Pinheiro estará a noite desta terça-feira, 15/12, ao vivo, no Cidadania Ambiental. O programa iniciará às 20h e será apresentado pelo jornalista João Batista S. Aguiar. Mais sobre o Sebastião (Fotografia de Carlos Stein, especial para a EcoAgência de Notícias)

Ouça o programa de rádio Cidadania Ambiental na Rádio Ipanema Comunitária, todas as terças, 20h e sábados, 12h. – pela internet no endereço www.ipanemacomunitaria.com.br ou na frequencia de 87,9 FM para quem reside na região de Ipanema, em Porto Alegre.

Contatos com a produção pelo email

17 de dezembro: dia do Bioma Pampa

Depois de muita luta, conseguimos recursos para fazer uma pequena edição em português de "La Fraude da Celulosa" (A Fraude da Celulose).

Resolvi traduzir essa obra por que ela faz um contraponto às desinformações veiculadas por nossa grande mídia, que colocam o modelo florestal da celulose como a salvação econômica da metade sul do RS. Nela, o autor comprova que as promessas do setor são uma fraude, ou seja, ela aumenta a exclusão social, pois emprega ainda menos gente que o grande latifúndio e concentra renda nas mãos de poucos grupos. Demonstra ainda que estas corporações estão se instalando aqui pela terra e mão de obra extremamente baratas para os padrões europeus, por órgãos ambientais sucateados e sem condições de fazer um monitoramento adequado e incentivos e isenções fiscais que não obteriam em nenhuma outra parte do planeta.

Tudo isso também por que a Europa, em função do imenso passivo ambiental dessa atividade, começou a fazer exigências que diminuiram muito a lucratividade dessas empresas lá.

Antes da sessão de autógrafos, 6a. feira às 18h30min na Livraria Palmarinca, o autor falará sobre o assunto no dia 17 (programação abaixo), juntamente com o professor Valério Pillar, do Depto de Ecologia da UFRGS.

Grato,,

Renzo Bassanetti




Palestras

IMPACTOS SÓCIO-ECONÔMICOS E AMBIENTAIS DA SILVICULTURA PARA CELULOSE NO CONE SUL

Jornalista Victor Bacchetta, do Uruguai (autor de “A Fraude da Celulose”)


AMEAÇAS DAS MONOCULTURAS ARBÓREAS À BIODIVERSIDADE DO BIOMA PAMPA

Professor Valério Pillar, do Departamento de Ecologia da UFRGS

Local e horário: Plenarinho da Assembléia Legislativa, às 19 h

Realização e apoio:

Ingá – Semapi – SindiÁgua, Sinpro CS e Sindisprev RS

Participantes de Seminários aprovam Carta Agroecológica de Porto Alegre

A pressão sobre o ambiente e a crise climática são alguns dos sintomas do modelo capitalista vigente no planeta. A análise foi feita na palestra de encerramento do X Seminário Internacional e XI Estadual sobre Agroecologia, realizados de 8 a 10, no Auditório Dante Barone, da Assembleia Legislativa. A geóloga e coordenadora do Núcleo Amigos da Terra (NAT – Brasil), Lúcia Ortiz, falou sobre Territorializando o debate global sobre a crise ética e climática. Logo após, foi aprovada a Carta Agroecológica de Porto Alegre 2009. Nos três dias de evento, participaram 868 pessoas, entre técnicos, extensionistas, estudantes, pesquisadores e representantes de diversos movimentos sociais e ambientais.
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Convite para articulação em defesa da Orla do Guaíba

Já não é necessário ser naturalista para ver que nossas cidades são monstruosas.

Todos começamos a sentir que o que chamamos de “progresso” é, na verdade,
uma corrida grotesca que nos torna cada dia mais neuróticos e desequilibrados.
Necessitamos de compensações. O jardim pode ser uma destas compensações.
Tivéssemos mais jardins públicos e privados, seria mais amena e
menos embrutecedora a vida nas cidades.”

José Lutzenberger (ambientalista, agrônomo, fundador da AGAPAN)

CONVITE

A orla do Guaíba compreende 72 kms de extensão no município de Porto Alegre e necessita de um planejamento para sua melhor utilização pública e preservação ambiental.

Na faixa da Usina do Gasômetro até o parque Marinha do Brasil a Orla do Guaíba foi defendida da especulação imobiliária pelos grupos de ambientais da cidade sob a liderança da AGAPAN e o Movimento de Parques em 1988, no ato da “Subida da Chaminé e Abraço ao Guaíba”. Da mesma forma, o Movimento Gaúcho em Defesa da Cultura, que encabeçou a defesa da reativação da Usina do Gasômetro como uma “Usina de Cultura”, participou ativamente em defesa de nossa orla.

Pois agora, em 2009 essa luta continua, precisamos convidar a comunidade cidadã para projetar a melhor destinação para que este espaço permaneça para sempre de uso público e ambiental, e não seja destinado para condomínios privados, (tais como o agressivo Projeto na Ponta do Melo).

Por isso queremos convidar profissionais da arquitetura, engenharia e todas demais profissões e pessoas interessadas a participar conosco nessa contribuição.

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Arq. Letícia Rodrigues participa do Cidadania Ambiental

A Arquiteta Letícia Rodrigues, da equipe de 10 Arquitetos que está projetando e realizando a nova sede dos Amigos da Terra Brasil, na Cidade Baixa, em Porto Alegre, compareceu ao programa Cidadania Ambiental desta terça-feira. O programa será retransmitido neste sábado, a partir das 12h, pela Ipanema Comunitária FM 87,9, escutável na região do bairro Ipanema em Porto Alegre, ou via Internet com link em www.ipanemacomunitaria.com.br.

Letícia fala com o Jornalista João Batista S. Aguiar, produtor e apresentador do programa, sobre as novidades construtivas que serão implandadas na edificação. E sobre o uso das águas da chuva na construção. Escute e compareça ao curso que será realizada no final da tarde da próxima sexta-feira, 27 e todo o dia do sábado, 28/11, aberto aos interessados. O morador de Ipanema poderá aproveitar dicas excelentes para ter uma residências mais ecologicamente sustentável.

Lilian Dreyer & Lutzenberger

Também participou do programa, por telefone, a Jornalista Lilian Dreyer para divulgar dois livros recém lançados – Do Garimpo à Gestão, de José Lutzenberger, e a publicação da Nutricionista Herta Wiener, sensacional, com dicas de saúde e alimentação saudável.

Leia sobre o curso no blog dos Amigos da Terra